Do Incosciente e do Infinito

Padrão
Do Incosciente e do Infinito

Tenho a sensação que o inconsciente é o infinito do ser. Já o consciente é finito, quase matemático. Utiliza-se de lógica e programação, diferencia-se da máquina por causa da razão. Se não fosse por ela poderia ser quase substituível; embora alguns já o sejam justamente por não se utilizarem desse recurso. Existe, também, o fator emoção. Arrisco a dizer que é quando o inconsciente interpenetra o consciente. É quando o infinito age sobre o ser. A emoção é um sentimento pertencente ao infinito, não é humano. Todos os animais são tocados pela emoção. Até as coisas são carregadas de doses emocionais infinitas. Por isso, ao observarmos algo,  sentimos emoções diferentes: existe uma emoção residual em cada coisa, e esse resíduo emocional da coisa está  no limite do infinito entre meu ser e do universo. Esse resíduo cousal atua disparando meu inconsciente e fazendo-me mais ou menos ligada ao infinito. Sabe qual o meio de transporte do infinito, ou do inconsciente? A música! A música conecta todos à zona do infinito ou do inconsciente. Por isso ela é capaz de unir diversas pessoas,  em êxtase ou não; e de fazerem-nas agir através de comportamentos em ondas. Dependendo do compasso e do ritmo da música, essa onda atuará de forma contínua ou segregada, violenta ou calma. Enfim, só queria tecer pensamentos sobre o infinito. Eu não entendo muito de infinito, mas sei que é assim!

(Zaida Machado)